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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Opinião Literária - Direções

Conheci o autor, no dia 16 de junho quando ambos participamos no Momento Coolbooks, e acabei por ter a oportunidade de lhe pedir um autógrafo e comentar um pouco sobre as nossas viagens enquanto backpackers.

Título Original: Direções
Autor: Tiago Rendeiro de Matos
Editora: Coolbooks (a mesma que a minha, yey!)
Páginas: 154 (leitura fácil)

Sinopse: Com o 'gene do viajante' bem presente desde que se lembra, Tiago Rendeiro de Matos sempre sentiu a atração pela aventura de descobrir mundos desconhecidos.

Ao longo deste extraordinário relato, acompanhamos o autor numa viagem simultaneamente interior e exterior, que o leva a conhecer paisagens deslumbrantes, tradições inspiradoras e a experienciar peripécias resultantes do inevitável choque de culturas. Mas nesta jornada, são sobretudo as pessoas, simples e gentis, que lhe ensinam a maior lição e que o levam a questionar uma forma de encarar o mundo tantas vezes sentida como a única via certa.

«O meu maior desejo é que, no final, este livro sirva tanto para saciar a curiosidade das mentes mais inquietas, como para estimular a vontade de sair à descoberta deste nosso mundo, cheio de locais mágicos e únicos como os que se encontram nestas páginas, em busca de direções...»


Opinião: Como escritora, viajante e mochileira, como é óbvio não podia deixar que este livro me passasse ao lado. Ele foi lançado um mês antes de eu pegar na minha mochila e aventurar-me pela América do Sul sem rumo e direção, mas já só o descobri depois de ter regressado.

E ainda bem!

Para quem não viaja muito, os leitores irão deliciar-se com as descrições destas paisagens e o conhecimento que esta descoberta do mundo traz. Para os que viajam, talvez o sentimento a lê-lo seja outro. Um sentimento de reconhecimento, de "ah, eu senti-me exatamente igual ao que descreves".

Para mim este livro acabou por ser a descoberta de que afinal não era a única backpacker a ter as mesmas sensações ao decorrer das viagens, e este livro é prova disso. 

Para além disso, pode também servir-me como referência quando voltar à Ásia para visitar o sudoeste asiático, uma vez que só ainda conheço a Tailândia, e sou grande fã de todos os países aqui descritos!

Se lerem, não se esqueçam de dar a vossa opinião ao Tiago através do Goodreads!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A loucura do natal!

Todos sabemos que o natal é a altura dos presentes, e qual é o melhor presente para oferecer a um book nerd? É claro, mais livros.

Começam agora os passatempos de natal, inclusive passatempos para ganhares um exemplar de "Sombras" e um exemplar de "Chamas"... ou dois!

Em parceria com o blogue Emaranhado de Palavras, decidi oferecer um exemplar de "Sombras" e um exemplar de "Chamas" autografados (em separado). Para ganhares só tens de clicar nos respectivos links dos livros que desejas e participar no concurso do blogue. 

A Coolbooks entrou também na euforia da dádiva e está a oferecer mais livros.
Podes participar no seu passatempo com o blogue Emaranhado de Palavras e aumentares a probabilidade de ganhar um exemplar de "Sombras"!

Se já tens este livro, podes ler a sua continuação e ganhar um exemplar de "Chamas", oferecido pela Coolbooks em parceria com o blogue Efeito dos Livros.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

«Chamas» já está disponível

Para quem tem andado à espera deste momento (Eu!) Não stressem, a sequela de «Sombras» já está disponível na Coolbooks. Este novo livro, «Chamas» está repleto de novas criaturas, mitologias e aventuras. A não perder!

Título Original: Chamas
Autor: Patricia Morais
Editora: Coolbooks
Preço: 
            -Livro - 15,50
            -Ebook - 5,39

Sinopse: Diabolus Venator acaba de vencer uma importante batalha - a guerra está, porém, longe de ter terminado. Lilly e Liam são agora perseguidos por Claudius, sedento de vingança após a morte da mulher. 

Louis tenta manter Lilly a salvo do irmão, mas um acidente faz com que reencontre alguns dos seus demónios, ao mesmo tempo que os sentimentos por Lilly se tornam mais intensos. 

Enquanto é confrontada com monstros do seu passado e descobertas sobre quem verdadeiramente é, Lilly vê-se obrigada a escolher entre a amizade e o amor. Conseguirá ela salvar quem realmente importa?

sábado, 17 de setembro de 2016

O meu livro já está em papel!!

Deve ser o sonho de qualquer escritor poder mostrar o seu livro a toda a gente, não?
Eu sei que é o meu! 

É óbvio que quando estava à procura de um editora para publicar o meu livro e a Porto Editora me falou nesta nova plataforma que estava a criar, Coolbooks, fiquei um pouco desiludida com o facto de não poder ter o meu livro na mão.

Mas sejamos realistas. Todos sabemos que o mercado literário em português não é fácil. Hoje em dia, os novos escritores precisam de pagar para realizar o seu sonho e trabalharem eles próprios nas suas estratégias de marketing para cobrirem os custos gastos. Li em algum lado que somos dos países da Europa que menos lê! Já imaginaram sonhar em ser publicados num país onde a população já é pequena e ainda por cima ninguém lê?

É óbvio que as editoras têm de ser cautelosas e apostar em quem acreditam vingar mesmo. 

Por isso a Porto Editora, sempre a apostar na educação, decidiu criar a Coolbooks, para que mais autores tivessem a oportunidade de realizar o seu sonho. 

Portanto, admito, fiquei um pouco desiludida, mas mesmo assim fiquei: "HELL YEAH! É a Porto Editora! Se ela diz que quer publicar o meu livro, nem que seja em papel higiénico, eu aceito." 

Esta nova notícia que a Coolbooks apresentou e o facto de todos os novos lançamentos terem uma edição imprimida só prova que as coisas irão acontecer se formos pacientes. Se eu tivesse recusado provavelmente nunca teria publicado o meu livro. E o meu sonho não era ter uma resma de folhas com o meu nome lá escrito. O meu sonho era partilhar o meu trabalho e descobrir o que as pessoas achavam das minhas palavras e imaginação.

É óbvio que tê-lo numa versão impressa me deixou ainda mais feliz e acho que cheguei a andar aos gritinhos pelo corredor da academia. Afinal de contas, quem é que não quer andar a passear pela Muralha da China com um livro e a dizer "Ya, fui eu que escrevi! Sim, já viste o nome na capa? É o meu nome. Queres ver a minha fotografia no interior?" 

sábado, 10 de setembro de 2016

"Sombras" em versão impressa

Queridos leitores, 


Não é segredo nenhum que nós, escritores, todos sonhamos ser um dia publicados, partilhar com o resto do mundo aquele trabalho que tanto amamos e poder dar a conhecer as nossas histórias. 

Para mim, isso aconteceu há quase dois anos atrás quando decidi publicar "Sombras" com a Coolbooks em formato digital. 

Mas nem todos se rendem aos ebooks, e é um formato que muitos ainda resistem em ler. Pois bem, agora já não há desculpas. A partir de agora, "Sombras" estará disponível em papel na livraria online Wook

Não percam a oportunidade de entrarem no mundo fantástico de "Sombras" e partilhem com todos aqueles que adoram uma boa história repleta de elementos sobrenaturais.


domingo, 27 de dezembro de 2015

Opinião Literária - A Chama ao Vento

Romances não estão, sem sombra de dúvida, entre os meus géneros literários preferidos. É por isso que quando pego num livro de romance este é geralmente histórico ou um clássico. Jane Austen é fantástica a abordar problemas de feminismo -- da sua altura -- e distinções de classe e não me envergonho de gostar dela.

Esta retinência é em pegar nestes livros, sempre com medo que seja muito ligados ao romance e pouco há História, levou-me a adiar esta leitura. Mas "A Chama ao Vento" foi escrito por uma colega da Coolbooks e já tinha lido boas críticas ao seu trabalho.

Titulo Original: A Chama ao Vento (já foi mencionado)
Autora: Carla M. Soares (aka colega da Coolbooks)
Editora: Coolbooks (não acabei de dizer?)
Páginas: 430 (na versão eWook)

Sinopse: Um corpo anónimo é lançado à água num misterioso voo noturno sobre o Atlântico…

Vivem-se os anos mais negros da Segunda Guerra Mundial, e a vida brilha com a força e a fragilidade de uma chama ao vento. Na Lisboa de espiões e fugitivos dos anos 40, João Lopes apresenta à sua amiga Carmo um estrangeiro mais velho, homem de segredos e intenções obscuras que depressa a seduz, atraindo os dois jovens para uma teia de mistérios e paixões de consequências imprevistas.
Anos volvidos, Francisco, jornalista, homem inquieto, pouco sabe de si próprio e menos ainda de Carmo, a avó silenciosa que o criou, chama apagada de outros tempos. É João Lopes quem promete trazer-lhe a sua história inesperada, história da família e dos passados perdidos nos tempos revoltos da Segunda Grande Guerra e da Revolução de Abril. Para João, é uma história há muito devida. Para Francisco, o derrubar dos muros que ergueu em torno da memória e da própria vida.
Um retrato íntimo de Portugal em três gerações, pela talentosa escritora de Alma Rebelde.


Opinião: Depois de ler tantos livros em inglês (por serem mais baratos e fáceis de adquirir) comecei a sentir que a minha escrita, tanto nas traduções da vertente inglês-português como criativa, estava a ser indubitavelmente prejudicada, pelo que decidi escolher algo para ler na língua portuguesa. “A Chama ao Vento” foi uma excelente escolha. Carla M. Soares escreve num português limpo, fluido e rico de uma forma não pretensiosa e complicada com o qual tenho por vezes o infortúnio de me deparar.

Devo admitir que não foi uma história que me agarrou logo nas primeiras páginas, mas as alterações entre a atualidade e o passado intrigavam-me e deixavam-me cheia de curiosidade; cada vez que reparava num flashback a caminho abria de repente os olhos e perguntava-me o que raio se estaria ali a passar. Foi isto que me fez continuar e, quando cheguei ao terceiro capítulo reparei que já estava tão submersa no livro que não seria capaz de o pousar mesmo que necessitasse, já tanto o passado como o presente me fascinavam de forma igual.

Apesar da narrativa ser feita inicialmente na perspetiva de um homem, achei que a autora conseguiu captar bem a essência do seu personagem, Francisco, um homem fechado e distante -- resultado de falta de conhecimento de si mesmo -- e apesar de não apreciar a maneira como deixa Teresa do lado fora, compreendo as suas razões. 

Teresa, é sem dúvida, a minha personagem preferida do rol de mulheres descritas. É uma mulher dos tempos modernos que, como qualquer mulher apaixonada, abdica um pouco da sua própria felicidade e dos seus desejos para manter-se ao lado do homem que ama numa esperança contínua que ele mude ou recompense tal dedicação com uma parte de si mesmo, sem no entanto fechar os olhos ou perder a dignidade quando se apercebe que demais é demais e por vezes é necessário desistir daqueles que não querem ser salvos. 

A narrativa do passado acontece no seio da Segunda Guerra Mundial, do qual Portugal não fez parte. Adorei o contraste da autora ao descrever Lisboa como uma cidade bela e antiquada, mas como ao mesmo tempo representa Portugal como um país retrógrado e lento a aceitar os novos tempos, assim como a sua reflexão da ignorância vivida pelo país face à guerra que decorria no mundo lá fora.

“A Chama ao Vento” também aborda tópicos como a ingenuidade de um primeiro amor, mas é aqui que confesso fiquei um bocado desiludida com a razão que apagou a chama de Carmo (perder um amor é algo duro, mas quando esse é o único motivo que faz com que uma pessoa se torne num zombie, eu perco um pouco o respeito por tais mulheres, especialmente quando estas têm pessoas a depender de si; como o filho dela. Gostaria que Carmo tivesse mais envolvida em assuntos políticos e fosse as atrocidades que sofreu que a tivessem deixado assim).

Também gostaria de ter ficado a saber mais sobre a mãe de Francisco. O que fez com que ela não voltasse depois de ter tentado voltar ao país? O que faz uma mãe abandonar o filho?

No entanto, entendo que os tempos eram outros, força não era algo encorajado nas mulheres e nem todos os personagens são obrigados a agir como desejamos, são essas falhas que os tornam autênticos e nos fazem conectar com eles e ler uma página atrás da outra.  

"A Chama ao Vento" pode ser adquirido no site da Coolbooks. Também podes ler um excerto aqui.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Playlist de "Um Natal Assombrado"

Quem já teve o prazer, ou desprazer, de passar comigo esta época natalícia sabe que, tal como a Zhao, às vezes deixo-me levar um pouco pelas decorações (sem virar, como se diz na minha família, "uma generala"). 

Mas mais do que decorações de Natal, o que gosto mesmo são músicas de Natal e algumas inspiraram-me bastante na escrita de "Um Natal Assombrado", um conto de Natal referente ao mundo criado eM "Sombras" que pode ser adquirido gratuitamente no site da Smashwords se ainda não tiveste o prazer de ler.

Tentei escolher versões mais recentes (e indie) que se integravam bem a este mundo visionado. 

Portanto -- sem querer estragar a história aos que ainda não leram, aconselho a ler primeiro o conto antes de ler a playlist que serviu de inspiração -- fica aqui uma lista do soundtrack que o acompanham.

"Little Drummer Boy" - Sean Quigley 
O inicio da história quando as venatori estão a fazer compras de Natal.



"Up on the Housetop" - Reba McEntire
Esta é a música que imagino que os venatori estejam a ouvir enquanto decoram a árvore de Natal.



"Winter Song" - Sara Bareilles & Ingrid Micaelson
O meu momento preferido, o de Lilly e de Liam. Esta música ganhou uma competição renhida com a "Love is Christmas" de Sara Bareilles (que preferi usar para um pequeno texto que escrevi para a Coolbooks), mas ganhou pelas palavras.

"December never felt so wrong
Because you're not where you belong
Inside my arms"



"Frosty the Snowman" - Zee Avi
Zhao não fica contente com o pedido de Nolan, e esta é a música que imagino que tenha obrigado as outras a ouvirem enquanto partem. É natalícia, mas um tanto sombria sem perder um certo toque de alegre (estranha, não é?).



"Mary, Did You Know?" Pentatonix
Eu não sou religiosa, mas Ada é bastante e é por isso que quando vê um coro da igreja a cantar, Ada deixa-se ficar para trás para apreciar. Se eu tivesse de escolher uma versão religiosa de alguma música de Natal que admirasse, seria esta. 



"Carol of the Bells" - The Bird and the Bee
Carol of the Bells dever ser das músicas mais sombrias de Natal e é por isso muito utilizada em filmes de terror natalícios (que obviamente tenho de adorar porque junta terror com Natal. Que mais posso pedir?) e é por isso uma boa música de fundo a momentos de espera.



"I want a Hippopotamus for Christmas" - A Great Big World
O Natal é suposto ser uma época de alegria, e não queria que este conto fosse muito sombrio (fica para outra altura quando decidir partilhar as origens de Natal e o assustador Krampus), por isso a cena em que os venatori perseguem os yuletides tentei fazer com que fosse certamente cómica, juntamente com a obsessão de Zhao em não deixar estragar nada no Natal. O quão hilariante não é imaginar uma perseguição com esta música?



"Home for the Holiday" - Sugar & The Hi Lows

SPOILERS

A missão está terminada e as venatori poderão finalmente ir para a casa, mas Ada tem um último pedido... 


"Have Yourself a Merry Little Christmas" - Digital Daggers
Digital Daggers é uma banda que acompanha a escrita de "Sombras" e da sua sequela de forma rigorosa. Adoro as suas batidas e o seu toque sombrio, portanto não conseguia escolher melhor música para descrever o jantar de Natal.

"Faithful friends who are dear to us
Will be near to us once more"



"Run Rudolph Run" - Chuck Berry
Imaginem os venatori a correr pela casa inteira ao som desta música. É perfeita para uma boa corrida!



"Silver Bells" - Digital Daggers
O Natal está a terminar e Lilly perde um pouco de tempo para refletir no que perdeu e no que ganhou. E para reparar num pequeno presente que alguém lhe deixou.



Deixem as vossas opiniões acerca de "Um Natal Assombrado" no Goodreads
E para quem ainda não teve o prazer de se aconchegar com "Sombras" neste inverno, não percam esta oportunidade e comprem-no aqui. Ou leiam o excerto disponível aqui.

A TODOS UM BOM NATAL (ASSOMBRADO)!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Final da revisão e 10% de desconto em "Sombras"

Hoje considero-me de parabéns e posso finalmente descansar um pouco o meu olho zarolho (ontem fui ao oftalmologista e preciso de esperar mais umas duas semanas para ver se isto sara sozinho). É com prazer que confirmo o final das edições da sequela de "Sombras" e o manuscrito foi já enviado à editora.

Mas não comecem a celebrar já, ainda existe muito trabalhinho a fazer... No entanto, para aqueles que esperam tão ansiosamente esse momento está cada vez mais próximo.

Para os que ainda não leram tenho então uma boa notícia: "Sombras" está com 10% de desconto. Comprem um presente de natal a vós próprios e preparem-se para o que aí vem. 

Se não gostarem de adquirir livros um pouco às escuras, sempre podem ler o excerto.

De que estão à espera?


domingo, 29 de novembro de 2015

Um ano de Sombras

Ontem «Sombras» completou um ano... yay!! Parabéns!

Okay, vamos recapitular os acontecimentos deste primeiro ano.



Nas primeiras semanas, «Sombras» entrou para o top de ebooks mais vendidos da Wook e até constou na tabela do Diário de Notícias (ter o meu nome num dos principais jornais portugueses é algo que eu considero um grande feito).


No final do ano ainda estava no top 10, juntamente com Divergente. Divergente! A sua escritora é só uma das maiores inspirações deste blog nada mais, que é isso?
E depois a euforia do inicio foi morrendo um bocadinho...

Agora, apesar de a situação parecer um bocado lúgubre, mas isto não são motivos para desanimar. A verdade é que Portugal está entre os países que menos lê na Europa. Em segundo lugar está ainda o facto de muito ainda não terem aderido à moda do formato digital, E em terceiro o facto de o género fantástico não ser um género agradado a todos. Existe muitos para agradar. 

Mas vamos nos concentrar nas coisas positivas.

De todas as pessoas que leram, até agora tenho sido abençoada com apenas elogios e críticas positivas. Muitos apreciaram o meu sentido de humor, o sarcasmo e o ritmo com que a história se desenvolve. Alguns informaram-me da pequena tristeza que sentiram quando terminaram de ler e se aperceberam que a Lilly, o Liam e o Louis já não os acompanhariam nos transportes. E falando em transportes públicos, pelo menos duas pessoas, comentaram o facto de terem sido apanhados a rir em pleno metro ou comboio e como alguns se decidiram juntar com um sorriso. Ao que parece «Sombrasdiário» anda a espalhar alegria. 

Tudo isto são coisas que qualquer escritor(a) sonha um dia ouvir da sua obra. 

Um recapitulo das melhores críticas:  
  • "Uma história interessante que me prendeu do principio ao fim." - Anónimo 
  • "Adoro descobrir o talento que temos em Portugal. Tenho de confessar que gostei muito deste livro. Mais do que estava à espera. Revelou-se uma leitura surpreendente." - Histórias Fantásticas
  • "Tudo está bem interligado e a ação é constante, deixando o leitor ansioso pela próxima página, e a ideia de "só mais um capítulo" vai mais além aqui, porque só paramos de ler quando a vida realmente impõe. A cada ser sobrenatural que aparece, nota-se a pesquisa da autora." - Catarina Magalhães
  • "O mistério e o suspense continuam ao virar da página. [...] As personagens têm personalidade próprias e diferentes permitindo tomar partidos e criar empatias e desconfianças que os agarrem à história." - Inês Bento
  • "Está escrito de maneira a prender o leitor, fazê-lo pensar e  entrete-lo, tudo ao mesmo tempo. O humor está presente nos momentos mais inesperados e as personagens foram criadas de maneira imaginativa." - Claudia Cajada 
  • "Eu adorei ler este livro devido à mensagem que transmite [...]  nesta história a forma como a ação se desenvolve faz com que, ao longo do livro, mudemos o parecer relativamente a algumas personagens centrais. [...] Tenho que destacar a personagem principal que é um exemplo de força, perseverança e coragem para todas as mulheres" - Ana Baguecho
Agora a sua sequela está quase terminada e tenho de admitir que tem levado mais tempo que o esperado, porque neste último ano tive uns contratempos pessoais, terminei a faculdade (yay, licenciada!), viajei pela América do Sul (o novo livro estará repleto de referências a essas mitologias) e, por último, fui submetida a uma operação oftalmológica de correção laser que me deixou os olhos secos e não corrigiu a 100% (provavelmente serei obrigada a fazer mais uma cirurgia). 

Mesmo agora estou a fazer um grande esforço para conseguir ver alguma coisa enquanto escrevo, mas era incapaz de pousar este manuscrito quando se encontra tão próximo do fim...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Porque o amor é para ser celebrado aos pares


For this was seynt Volantynys day when euery bryd comyth there to chese his make.
Primeiro poema do dia de São Valentim



Reza a lenda que São Valentim foi condenado à morte por realizar cerimónias de casamento a soldados proibidos de se casarem. Durante o seu encarceramento, Valentim salvou a filha do seu carcereiro e ao escrever a sua carta de despedida, antes de ser executado, assinou-a "O teu Valentim".

O Dia dos Namorados está repleto de folclore e, por esta razão, porque não aproveitar para desfrutar com uma mistura de romance e mitologia ao ler "Sombras". (Lê o excerto grátis)

A Coolboks tem agora uma campanha perfeita para a ocasião: na compra de um leva outro.






Promoção válida para encomendas registadas entre as 00h00 de dia 11.02.2015 e as 23h59 do dia 17.02.2015 (GMT+1), nos livros que integram esta seleção.
Por cada compra de dois livros que efetue oferecemos-lhe o de menor valor.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Festejar à grande e à francesa

Ok, ainda não existe data oficial, mas… C'mon, está quase!!!

O que é que está quase? - perguntam vocês. O meu livro! Sombras será publicado muito brevemente pela Porto Editora, nesta chancela digital, que tem como objectivo dar a conhecer novos autores da língua portuguesa (their words, not mine).

Quem me conhece, deve com certeza poder testemunhar a favor de que eu consigo, por vezes, ser  um pouco pessimista, por isso tenho tendência a nunca festejar antes do tempo. Já houve pequenas celebrações claro, como por exemplo quando recebi o e-mail da Porto Editora que continha estas exactas palavras: "Após ponderada análise do original que teve a amabilidade de nos enviar, temos o prazer de comunicar que a Comissão Editorial emitiu um parecer positivo relativamente à sua qualidade e pertinência.” Nesse momento o meu companheiro de casa não se calava – acerca de um assunto que agora não me lembro e suponho que não possua qualquer relevância – e eu comecei a enxotá-lo e a dizer “Espera!”, ao que ele me ignorou e continuou a falar e eu repliquei: “Espera, porra! Deixa-me ler!”

Quando finalmente percebi o que se estava a passar, a minha felicidade era quase impossível de se conter. Há doze anos que afirmo que um dia gostaria de ser escritora, que mostro à minha família pequenos projectos em que ando a trabalhar e os seus pensamentos devem provavelmente ser  “ah, pois, aquela ali sonha alto”. Mas não, finalmente tive o meu sonho concretizado. Aquilo para o qual eu estava preparada para trabalhar uma vida inteira. Tanto em inglês como em português, qual deles viesse primeiro.

Por isso a minha celebração foi talvez apenas uns saltinhos, mas por dentro a minha mente estava:

Mas mesmo assim existia mil e uma coisas que poderiam correr mal. Pessimista, eu sei! Mas se me preparar agora para o pior, quando o bem chegar será um alívio. Se o tal mal vier, não vou ficar feliz, mas ao menos posso pensar  “well, ao menos não andaste para aí a festejar e a dizer a todos”.

Agora sim, agora que vejo o fim cada vez mais próximo tornei-me na pessoa mais aborrecida que se pode esperar, e que não perde uma oportunidade para dizer “oh yeah, eu vou publicar um livro”.
 
Agora estou num constante estado de euforia!

E quando for mesmo lançado e fizer questão de avisar a todos, em todas as redes sociais que possuo, vou pegar em mim e fazer aquilo que os portugueses chamam: festejar à grande e à francesa. 



“Go, go, go shorty
It's your birthday
We gon' party like it's yo birthday”