For a while, I've been hearing my friends constantly say, "You're a writer? Are your books in English or Portuguese?" And when I reply, it's usually followed by the usual, "Too bad, I might read them if they were in English."
Of course, being an avid traveller has turned my circle of friends wider, but most of them are also foreigners, thus all of them being able to speak English but with little knowledge of Portuguese.
Last year, I then decided to try something new in my writing. I had an idea for a Halloween story but I wanted to try something different, and see if I could reach more people with my stories. So I decided to pick up the world created in «Sombras» and «Chamas» in a very subtle way, but with completely different characters.
And so was «The Roommate» born. A short-story with only 6,000 words that happens during Halloween times.
Since I only had 2 days to outline it, write it and revise it, I didn't have a lot of time for marketing before the publishing day. 31st October, but hopefully this year I will get some more readers to enjoy it!!
You wanna know what it's it about?
Melissa just moved into her new dorm. She hopes that new friendships will help her forget the events of last year that brought her there. But while her past keeps on creeping in and a chain of mysterious murders start happening around her, Melissa is left without knowing who to trust.
Resultado: não havia nada de novo, por isso as músicas, ao som das quais adorava escrever, já não inspiravam nada de novo.
É bom viajarmos e termos diferentes experiências de vida, porque só assim é que podemos descobrir aquilo que funciona ou não no sucesso das nossas carreiras. É uma autodescoberta que nos tornará melhores nos anos seguintes.
O que eu aprendi este ano? Preciso constantemente de alterar a minha playlist de escrita para poder ter novas inspirações. Odeio rotinas, mas odeio-as de morte!! Porquê?
Ora, eu adorei - e vou continuar a adorar, quando voltar para acabar os últimos três meses que me faltam na China - a minha experiência na China. Mas, descobri que a rotina diária na qual estava imersa durante a semana, e até mesmo ao fim-de-semana, estava a destruir-me por dentro. Por que é que estou a ser tão dramática? Porque não conseguia escrever.
Nove meses que estive naquele sítio, onde praticamente todos os dias vemos os mesmos 100 rostos, comemos a mesma comida às segundas, e depois a mesma todas as terças, às quarta já sabemos que é carne de porco agridoce, etc. Todos os dias nos levantamos à mesma hora e nos deitamos à mesma hora. Já sabes quando vais tomar banho todos os dias. E podes ter a certeza que às quartas será Power Training e às quintas Sanda. Não irás ver muito mais que as mesmas montanhas que rodeiam a escola. Aos fins-de-semana, tens duas hipóteses: as mesmas ruas de Muping, ou os mesmo bares de Yantai.
Existem pessoas que não têm problema qualquer com a rotina. Eu descobri, que funciono muito mal e chego a ficar desesperada. Comecei a pegar em livros velhos e a fazer pequenas flores de papel com as páginas ou decorações de natal; com pedaços de ligaduras e bolotas que encontrei no chão fiz algumas decorações de Halloween. Qualquer coisa que alimentasse o meu lado criativo e alterasse um pouco a minha rotina.
De momento, estou de de voltei para o natal, onde não tenho parado de fazer coisas diferentes e onde já fiz o download de algumas músicas novas, e vejo melhorias na minha inspiração. Passo o meu tempo livre ou a fazer crafts, ou a trabalhar na outline do último livro da Triologia Sombras. Quase todos os dias me surge um ou outro detalhe para uma cena num capítulo.
É por isso que um escritor precisa de viver constantemente, fazer novas atividades, descobrir-se a si próprio. Só assim poderá impedir o bloqueio de escritor. Só assim poderá alimentar novas ideias. E só assim poderá inspirar os seus leitores.
Se tiveres alguma outra ideia sobre como impedir este bloqueio na escrita que assola muitos de nós, por favor não hesites em partilhar.
Em primeiro lugar gostaria de pedir desculpa pela a ausência. Gostava de poder dizer que a culpa não é inteiramente minha, mas infelizmente não posso. Não posso fingir que sempre fui uma autora muito presente e que sabe o que está a fazer porque não fui. As minhas atualizações quanto aos meus posts ou ao processo de escrita sempre foram irregulares, e por vezes sei que pode parecer que não levo isto muito a sério ou sou uma daquelas divas de cinema que pensa que marketing são para pessoas sem talento.
Aviso já que não sou! Sou uma grande procrastinadora que precisa de aprender a arte da disciplina (espero que seja algo que venha a adquirir neste meu ano na China). Sou também uma escritora que ainda se deixa levar por grandes momentos de falta de inspiração e de preguiça.
É por isso que «Chamas» demorou tanto tempo a ser concluído, e ainda mais a ser revisto. Mas acho que posso finalmente dizer que o momento está a chegar... Só precisam de aguentar comigo mais uns dias.
Eu sei, a espera já foi longa demais, mas espero que o resultado não seja dececionante.
Avisarei quando chegar a altura!
P.S.: Não é que me esteja a desculpar, mas já se deram conta de quanto dependemos da internet para escrever nos dias de hoje? Quer seja para inspiração, tirar dúvidas, ver imagens daquilo que queremos descrever? Encontrar um lugar na China onde a internet funcione a uma boa velocidade é um pesadelo! E, mesmo que consigamos internet, às vezes não dá para conectar ao VPN que me nos permite ir aos websites como o Facebook, Blogues, Instagrams, etc.
Não conseguem imaginar a quantidade de vezes que estava no iPad e de repente tudo fica negro e eu penso "Nãaaaaaaao!!! O que aconteceu?" Ou o browser decide dizer-me "Aw, snap!" E às vezes, mesmo quando parece que consegui conectar-me ao Facebook, não consigo atualizar a página para ver comentários, postar likes ou o quer que seja.
Enfim, se gostam de internet... Não se mudem para a China!
Alguns dos meus amigos decidiram partilhar as suas fotografias com "Sombras".
Parecem excitados por poderem finalmente ter o livro na mão.
Desde que esta nova edição foi lançada, alguns amigos que se recusavam a ler em ebook decidiram finalmente adquirir o meu livro.
E até mesmo a minha roommate, que como já disse é espanhola, decidiu ver se conseguia ler em português. E, turns out, nós, portugueses, que estamos sempre a gozar que os espanhóis não fazem um esforço para nos entender, fiquem a saber que ela leu o livro todo e percebeu a história. De vez em quando perguntava-me coisas como: "o que é uma faca, o que são calças?" E acreditam que ela nem se apercebeu da cena mais importante entre a Lilly e o Liam.
Mesmo assim, ela leu e consegue dizer quem são. A sua preferida é a Electra!
Deve ser o sonho de qualquer escritor poder mostrar o seu livro a toda a gente, não?
Eu sei que é o meu!
É óbvio que quando estava à procura de um editora para publicar o meu livro e a Porto Editora me falou nesta nova plataforma que estava a criar, Coolbooks, fiquei um pouco desiludida com o facto de não poder ter o meu livro na mão.
Mas sejamos realistas. Todos sabemos que o mercado literário em português não é fácil. Hoje em dia, os novos escritores precisam de pagar para realizar o seu sonho e trabalharem eles próprios nas suas estratégias de marketing para cobrirem os custos gastos. Li em algum lado que somos dos países da Europa que menos lê! Já imaginaram sonhar em ser publicados num país onde a população já é pequena e ainda por cima ninguém lê?
É óbvio que as editoras têm de ser cautelosas e apostar em quem acreditam vingar mesmo.
Por isso a Porto Editora, sempre a apostar na educação, decidiu criar a Coolbooks, para que mais autores tivessem a oportunidade de realizar o seu sonho.
Portanto, admito, fiquei um pouco desiludida, mas mesmo assim fiquei: "HELL YEAH! É a Porto Editora! Se ela diz que quer publicar o meu livro, nem que seja em papel higiénico, eu aceito."
Esta nova notícia que a Coolbooks apresentou e o facto de todos os novos lançamentos terem uma edição imprimida só prova que as coisas irão acontecer se formos pacientes. Se eu tivesse recusado provavelmente nunca teria publicado o meu livro. E o meu sonho não era ter uma resma de folhas com o meu nome lá escrito. O meu sonho era partilhar o meu trabalho e descobrir o que as pessoas achavam das minhas palavras e imaginação.
É óbvio que tê-lo numa versão impressa me deixou ainda mais feliz e acho que cheguei a andar aos gritinhos pelo corredor da academia. Afinal de contas, quem é que não quer andar a passear pela Muralha da China com um livro e a dizer "Ya, fui eu que escrevi! Sim, já viste o nome na capa? É o meu nome. Queres ver a minha fotografia no interior?"
Não é segredo nenhum que nós, escritores, todos sonhamos ser um dia publicados, partilhar com o resto do mundo aquele trabalho que tanto amamos e poder dar a conhecer as nossas histórias.
Para mim, isso aconteceu há quase dois anos atrás quando decidi publicar "Sombras" com a Coolbooks em formato digital.
Mas nem todos se rendem aos ebooks, e é um formato que muitos ainda resistem em ler. Pois bem, agora já não há desculpas. A partir de agora, "Sombras" estará disponível em papel na livraria online Wook.
Não percam a oportunidade de entrarem no mundo fantástico de "Sombras" e partilhem com todos aqueles que adoram uma boa história repleta de elementos sobrenaturais.
Realmente, é possível denotar parecenças, mas falta em Isabella
“Bella” Swan aquilo que torna Elizabeth “Lizzy” Bennet absolutamente magnífica:
uma personalidade forte.
Quanto mais aprendo sobre este livro, mais me apercebo de
algumas semelhanças com o meu próprio sem eu mesma ter reparado que lá estavam.
Nota: não quero, nem num milhão de anos, insinuar que o meu livro foi tão bem
escrito ou desenvolvido como o de Austen. Só estou a dizer que existem
elementos que me inspiraram e que não me tinha apercebido.
Título Original: Pride and Prejudice
Autor: Jane Austen
Editora: Livraria Civilização Editora
Sinopse:Uma clássica história de amor e mal-entendidos que se
desenrola em finais do século XVIII e retrata de forma acutilante o mundo da
pequena burguesia inglesa desse tempo. Um mundo espartilhado por preconceitos
de classe, interesses mesquinhos e vaidades sociais, mas que, no romance,
acabam por ceder lugar a valores mais nobres: o amor.
As cinco irmãs Bennet, Elizabeth, Jane, Lydia, Mary e Kitty,
foram criadas por uma mãe cujo único objetivo na vida é encontrar maridos que
assegurem o futuro das filhas. Mas Elizabeth, inteligente e sagaz, está
decidida a ter uma vida diferente da que lhe foi destinada.
Quando Mr. Bingley, um jovem solteiro rico, se muda para uma
mansão vizinha, as Bennet entram em alvoroço…
Opinião: Porque adoro este livro?
Este livro está incluso na secção “Ten Novels You Need to
Read and Why no livro Writting a Novel and Getting Published for Dummies de George Green e Lizzy Kremer,
porque é um bom exemplo de um livro com INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO e CONCLUSÃO
bem definidos. Rapaz conhece rapariga, rapariga não gosta do rapaz, eles
apaixonam-se.
É dividido em cenas explícitas, com uma boa razão para
existirem.
E o meu preferido: as personagens. É aqui que reparo que
peço emprestado algum do estilo de Austen porque, tal como ela, também gosto de
enredos com muitas personagens. Austen escreve com muitas personagens, mas tem uma
capacidade espetacular de lhes dar personalidades definidas e diferentes. Nem
todos são tão bons quanto mostram e nem todos são tão maus quanto parecem (a
minha inspiração para Louis e Liam), mas todos eles têm motivos pessoais que os
fazem agir da maneira que agem.
Outra razão (mais pessoal) pela qual adoro este livro são pelas semelhanças que vejo entre mim e a minha melhor amiga, nas personagens Lizzy
(Belinha, noutras versões mais antigas) e Jane (Joana, noutras versões mais antigas) – inspirações para escrever Lilly e Ada. No outro dia,
estava eu a ver a mini-série Pride and Prejudice (1995) e Jane tenta, à força
toda, fazer com que tanto George Wickam como Mr. Darcy sejam bons por natureza (e a
vozinha da minha melhor amiga aparece-me na cabeça) e Lizzy responde exatamente
o que eu tenho por hábito responder-lhe: “não podes fazer com que todos sejam bons.” Estava eu aqui a pensar que a minha amiga era uma personagem única (difícil de pôr no papel) e estava a descobrir que Austen já o fizera de forma eficaz. Depois
disso, tive de mandar uma mensagem, o mais depressa que pude, à minha amiga e
dizer-lhe que tinha descoberto a razão da nossa amizade “fôramos em tempos
irmãs, no clássico de Jane Austen,” (um dos filmes e livros preferidos da minha
amiga).
E finalmente, outra razão para adorar Orgulho e Preconceito
é porque ela escreve sobre a classe social com humor e sarcasmo, e tem uma mente bastante avançada para uma
mulher daquela altura.
Lembro-me claramente (quase mesmo como se fosse ontem), estar a ouvir esta música e pensar em Liam, na altura um rascunho muito fraco daquilo que ele viria a ser, um rapaz anti-social mas com uma razão para isso (algo que ainda não foi revelado neste livro, mas será descoberto no próximo). Não se esqueçam que Liam foi criado naquele mundo desde criança e de certa forma isso moldou-o.
"He's burned down, nearly abridge And he's scared of walking in the dark It hurts when the rain fall on his skin Oh, he is worn out from marching And he's fortgotten for what he's searching Yet he keeps up the stride" Para ver o soundtrack completo lê este post.
A decisão de mudar de país de Lilly, depois do que acontece à sua família, provem do facto de se sentir assombrada por memórias da sua família em sua casa. Algo que, vem-se a descobrir, talvez não fosse assim tão desarrojado como pensava originalmente.
"I'm going away for
a while
But I'll be back, don't
try to follow me
I'm just one of
those ghosts
Travelling
endlessly
Don't need no road
In fact they
follow me"
Uma das músicas que melhore reflete essa fase é "Misguided Ghosts" dos Paramore.
Antes de descobrir Diabolus Venator, Lilly vive quase como se fosse um fantasma, sem qualquer sentimento ou energia com dor a seguir os seus dias.
Quem já teve o prazer, ou desprazer, de passar comigo esta época natalícia sabe que, tal como a Zhao, às vezes deixo-me levar um pouco pelas decorações (sem virar, como se diz na minha família, "uma generala").
Mas mais do que decorações de Natal, o que gosto mesmo são músicas de Natal e algumas inspiraram-me bastante na escrita de "Um Natal Assombrado", um conto de Natal referente ao mundo criado eM "Sombras" que pode ser adquirido gratuitamente no site da Smashwords se ainda não tiveste o prazer de ler.
Tentei escolher versões mais recentes (e indie) que se integravam bem a este mundo visionado.
Portanto -- sem querer estragar a história aos que ainda não leram, aconselho a ler primeiro o conto antes de ler a playlist que serviu de inspiração -- fica aqui uma lista do soundtrack que o acompanham.
"Little Drummer Boy" - Sean Quigley
O inicio da história quando as venatori estão a fazer compras de Natal.
"Up on the Housetop" - Reba McEntire
Esta é a música que imagino que os venatori estejam a ouvir enquanto decoram a árvore de Natal.
"Winter Song" - Sara Bareilles & Ingrid Micaelson
O meu momento preferido, o de Lilly e de Liam. Esta música ganhou uma competição renhida com a "Love is Christmas" de Sara Bareilles (que preferi usar para um pequeno texto que escrevi para a Coolbooks), mas ganhou pelas palavras.
"December never felt so wrong
Because you're not where you belong
Inside my arms"
"Frosty the Snowman" - Zee Avi
Zhao não fica contente com o pedido de Nolan, e esta é a música que imagino que tenha obrigado as outras a ouvirem enquanto partem. É natalícia, mas um tanto sombria sem perder um certo toque de alegre (estranha, não é?).
"Mary, Did You Know?" Pentatonix
Eu não sou religiosa, mas Ada é bastante e é por isso que quando vê um coro da igreja a cantar, Ada deixa-se ficar para trás para apreciar. Se eu tivesse de escolher uma versão religiosa de alguma música de Natal que admirasse, seria esta.
"Carol of the Bells" - The Bird and the Bee
Carol of the Bells dever ser das músicas mais sombrias de Natal e é por isso muito utilizada em filmes de terror natalícios (que obviamente tenho de adorar porque junta terror com Natal. Que mais posso pedir?) e é por isso uma boa música de fundo a momentos de espera.
"I want a Hippopotamus for Christmas" - A Great Big World
O Natal é suposto ser uma época de alegria, e não queria que este conto fosse muito sombrio (fica para outra altura quando decidir partilhar as origens de Natal e o assustador Krampus), por isso a cena em que os venatori perseguem os yuletides tentei fazer com que fosse certamente cómica, juntamente com a obsessão de Zhao em não deixar estragar nada no Natal. O quão hilariante não é imaginar uma perseguição com esta música?
"Home for the Holiday" - Sugar & The Hi Lows
SPOILERS
A missão está terminada e as venatori poderão finalmente ir para a casa, mas Ada tem um último pedido...
"Have Yourself a Merry Little Christmas" - Digital Daggers
Digital Daggers é uma banda que acompanha a escrita de "Sombras" e da sua sequela de forma rigorosa. Adoro as suas batidas e o seu toque sombrio, portanto não conseguia escolher melhor música para descrever o jantar de Natal.
"Faithful friends who are dear to us
Will be near to us once more"
"Run Rudolph Run" - Chuck Berry
Imaginem os venatori a correr pela casa inteira ao som desta música. É perfeita para uma boa corrida!
"Silver Bells" - Digital Daggers
O Natal está a terminar e Lilly perde um pouco de tempo para refletir no que perdeu e no que ganhou. E para reparar num pequeno presente que alguém lhe deixou.
Deixem as vossas opiniões acerca de "Um Natal Assombrado" no Goodreads.
E para quem ainda não teve o prazer de se aconchegar com "Sombras" neste inverno, não percam esta oportunidade e comprem-no aqui. Ou leiam o excerto disponível aqui.
Falta pouco até ao Natal, portanto enquanto esperas pega num chá de limão (ou outro sabor de eleição), um cobertor, senta-te à frente da lareira e aconchega-te com "Um Natal Assombrado", um livro referente ao mundo criado em "Sombras".
Vais ver que o Natal em Venator não é assim tão diferente do teu...Ou talvez seja, descobre!
Também podes dar uma vista de olhos neste teaser trailer de "Um Natal Assombrado". Prepara-te!
Na altura do Halloween desejava ter feito um pequeno conto alegórico a esse tema, mas infelizmente ainda estava um pouco atrasada nas edições da sequela de "Sombras" e preferi usar esse tempo para continuar a trabalhar; visto que o Dia das Bruxas é um tema um pouco mais importante para a história, também não quis correr o risco de deixar escapar muito.
No entanto, agora desejava deixar-vos um pequeno presente de Natal e em vez de vos presentear com um conto de Halloween presenteio com um conto de Natal.
Se algumas vez ponderaste no que se esconde nas sombras no dia de Natal (ou pensavas que os monstros tiravam férias?) e na maneira como Lilly e os restantes venatori o celebram, tenho o prazer de anunciar que esse momento chegou .
Distribuído pela Smashwords, "Um Natal Assombrado" chegou agora à tua Internet e adivinha? É grátis!
Descobre como os personagens de "Sombras" festejam o seu natal aqui.
E não te esqueças de dar a tua opinião e partilhar as tuas tradições de Natal no Goodreads.
A TODOS UM BOM NATAL (ASSOMBRADO)!
"Sombras" ainda pode ser adquirido no website da Coolbooks com 10% de desconto. Lê o pequeno excerto aqui.
Hoje considero-me de parabéns e posso finalmente descansar um pouco o meu olho zarolho (ontem fui ao oftalmologista e preciso de esperar mais umas duas semanas para ver se isto sara sozinho). É com prazer que confirmo o final das edições da sequela de "Sombras" e o manuscrito foi já enviado à editora.
Mas não comecem a celebrar já, ainda existe muito trabalhinho a fazer... No entanto, para aqueles que esperam tão ansiosamente esse momento está cada vez mais próximo.
Para os que ainda não leram tenho então uma boa notícia: "Sombras" está com 10% de desconto. Comprem um presente de natal a vós próprios e preparem-se para o que aí vem.
Se não gostarem de adquirir livros um pouco às escuras, sempre podem ler o excerto.
Ontem «Sombras» completou um ano... yay!! Parabéns!
Okay, vamos recapitular os acontecimentos deste primeiro ano.
Nas primeiras semanas, «Sombras» entrou para o top de ebooks mais vendidos da Wook e até constou na tabela do Diário de Notícias (ter o meu nome num dos principais jornais portugueses é algo que eu considero um grande feito).
No final do ano ainda estava no top 10, juntamente com Divergente. Divergente! A sua escritora é só uma das maiores inspirações deste blog nada mais, que é isso?
E depois a euforia do inicio foi morrendo um bocadinho...
Agora, apesar de a situação parecer um bocado lúgubre, mas isto não são motivos para desanimar. A verdade é que Portugal está entre os países que menos lê na Europa. Em segundo lugar está ainda o facto de muito ainda não terem aderido à moda do formato digital, E em terceiro o facto de o género fantástico não ser um género agradado a todos. Existe muitos para agradar.
Mas vamos nos concentrar nas coisas positivas.
De todas as pessoas que leram, até agora tenho sido abençoada com apenas elogios e críticas positivas. Muitos apreciaram o meu sentido de humor, o sarcasmo e o ritmo com que a história se desenvolve. Alguns informaram-me da pequena tristeza que sentiram quando terminaram de ler e se aperceberam que a Lilly, o Liam e o Louis já não os acompanhariam nos transportes. E falando em transportes públicos, pelo menos duas pessoas, comentaram o facto de terem sido apanhados a rir em pleno metro ou comboio e como alguns se decidiram juntar com um sorriso. Ao que parece «Sombrasdiário» anda a espalhar alegria.
Tudo isto são coisas que qualquer escritor(a) sonha um dia ouvir da sua obra.
Um recapitulo das melhores críticas:
"Uma história interessante que me prendeu do principio ao fim." - Anónimo
"Adoro descobrir o talento que temos em Portugal. Tenho de confessar que gostei muito deste livro. Mais do que estava à espera. Revelou-se uma leitura surpreendente." - Histórias Fantásticas
"Tudo está bem interligado e a ação é constante, deixando o leitor ansioso pela próxima página, e a ideia de "só mais um capítulo" vai mais além aqui, porque só paramos de ler quando a vida realmente impõe. A cada ser sobrenatural que aparece, nota-se a pesquisa da autora." - Catarina Magalhães
"O mistério e o suspense continuam ao virar da página. [...] As personagens têm personalidade próprias e diferentes permitindo tomar partidos e criar empatias e desconfianças que os agarrem à história." - Inês Bento
"Está escrito de maneira a prender o leitor, fazê-lo pensar e entrete-lo, tudo ao mesmo tempo. O humor está presente nos momentos mais inesperados e as personagens foram criadas de maneira imaginativa." - Claudia Cajada
"Eu adorei ler este livro devido à mensagem que transmite [...] nesta história a forma como a ação se desenvolve faz com que, ao longo do livro, mudemos o parecer relativamente a algumas personagens centrais. [...] Tenho que destacar a personagem principal que é um exemplo de força, perseverança e coragem para todas as mulheres" - Ana Baguecho
Agora a sua sequela está quase terminada e tenho de admitir que tem levado mais tempo que o esperado, porque neste último ano tive uns contratempos pessoais, terminei a faculdade (yay, licenciada!), viajei pela América do Sul (o novo livro estará repleto de referências a essas mitologias) e, por último, fui submetida a uma operação oftalmológica de correção laser que me deixou os olhos secos e não corrigiu a 100% (provavelmente serei obrigada a fazer mais uma cirurgia).
Mesmo agora estou a fazer um grande esforço para conseguir ver alguma coisa enquanto escrevo, mas era incapaz de pousar este manuscrito quando se encontra tão próximo do fim...