terça-feira, 18 de abril de 2017

Lançamento de «Os Monstros que Nos Habitam»

A antologia «Os Monstros que Nos Habitam» já tem data de lançamento:

No dia 29 de abril, sábado, podes juntar-te à Editorial Divergência na Biblioteca de São Lázaro e partilhar connosco este evento.

                       

                Sábado, 29 abril, às 17h30 // Biblioteca São Lázaro, Arroios (Lisboa)
         Domingo, 30 abril, às 16h00 // Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha (Santarém)

Os lançamentos contarão com a presença de alguns dos escritores da obra e será uma oportunidade para adquirir a antologia, assim como outros livros publicados pela Editorial Divergência.

Entretanto, o livro já esta em pré-venda no site e com desconto até 28 de abril. Não percas!
     


sábado, 1 de abril de 2017

Os Monstros que nos Habitam

Há cerca de um ano atrás fui convidada pela Editorial Divergência a escrever um pequeno conto sobrenatural que seria publicado numa antologia, juntamente com outros cinco autores portugueses.

                          

Devo admitir que elaborar uma história assim do nada, a pedido, foi um novo desafio que enfrentei como escritora. Eu adoro escrever, disso não há dúvidas, mas uma das razões pela qual nunca gostei muito das composições de Língua Portuguesa é porque nunca apreciei escrever sob solicitação... Mas depois de algum brainstorming e com  a ajuda de uma pequena ideia que já andava a fermentar, a história de Fiona e do Dr. Darwin surgiu-me e assim nasceu Génesis.


Esta foi a prova de algo que muitos escritores talentosos não se cansam de nos dizer, escrever não é apenas para os momentos de inspiração, às vezes temos de nos sentar e enterrarmos-nos no trabalho mesmo quando não nos apetece. Imagina: tens um trabalho das 9h às 17h, o teu patrão pede-te que realizes um projeto e só porque não estás para aí virada(o) nesse dia, não fazes nada. Seria bom, mas não é assim que funciona. Com a escrita também não devia ser.

É óbvio que é difícil criar mundos e personagens provindo da nossa imaginação a toda a hora, é um trabalho cansativo, mas existe algo mais que te dê assim tanto prazer? Resposta: não

A antologia "OS MONSTROS QUE NOS HABITAM" será lançada no final do mês de abril, mas já podes adicioná-la à tua lista do Goodreads e deliciar-te com esta capa fantástica...

SINOPSE:
NO AR PAIRA ALGO MALIGNO…
Os mortos erguem-se das campas, os espíritos rondam a calçada, os demónios caçam almas para torturar e os cientistas tentam encontrar a fórmula para ressuscitar os mortos.
Os Monstros Que Nos Habitam é a mais recente antologia da Editorial Divergência, focada no paranormal. Nela estão incluídos seis contos de seis autores portugueses, e tem o lançamento previsto para o final de Abril de 2017.
Na Essência do Mal, de Alexandra Torres, após escapar das garras do marido, Clara encontra refúgio num casarão. Contudo, por detrás da aparência débil, Amadeu guarda um segredo do qual se quer ver livre. E Clara parece ser a pessoa idónea para o conseguir.
Em Vento Parado, de Ângelo Teodoro, César compra uma casa longe de tudo para escrever o seu novo romance. Mas um homem insiste que aquela casa lhe pertence e que César tem três dias para sair de lá. E o tempo já começou a contar: 3…
Páginas Assassinas, de Carina Rosa, descreve uma série de mortes que estão a acontecer numa faculdade enquanto Liliana e Sandra tentam descobrir quem é o autor dos homicídios.
A Maldição de Odette Laurie, de Nuno Ferreira, conta como Odette foi expulsa da sua aldeia após ter sido acusada de bruxaria. Anos mais tarde regressa para concluir a sua maldição.
No Canto da Sereia, de Soraia Matos, Amanda parte em busca de respostas em relação ao seu passado e aos seus pais, tentando fugir daqueles que a querem ver presa.
Em Génesis, de Patrícia Morais, Fiona descobre que o Doutor Darwin está a fazer experiência ilegais com humanos e só ela o poderá deter a tempo de evitar o caos.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

To the one I love

An image is worth a thousand words, but sometimes images need a little more explanation:



Right now, while writing this letter, it feels like someone is reaching for my heart and squeeing it hard. I keep hoping to hear a knock on the my door that will tell me everything is going to be alright.

But it's not. Not this time...

That knock came two days after I wrote this letter and life seemed to regain its colours again.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Broken pieces of thought

I don't know what to say... or better yet, I should say I don't know what to do.

My mind seems like an overcrowded place. I want the thoughts to stop but they just keep weighing on me. Try, try, try, a constant hammer in my head. My forehead constantly hurts and sometimes I have to yell "STOP!" I clench my teeth and I clasp the roots of my hair, fighting back the tears that make its descent onto my cheeks.

Do I want to make them stop? Have I accepted that pain and hurt need to be part of myself'?

All the most beautiful stories start with pain, maybe I think I wouldn't be a good writer if I try to push the darkness away. But what about the happy ending?

Is an happy ending really what I want if it's never going to be the way I want it to be?

Books, plots, characters, they are easy to control. Make just the right amount of conflict, make them suffer, make them doubt themselves, but in the end you will always know how it finishes. Who will have its ever lasting deserving peace, who will get the victorious end, who will learn to accept the past while they contemplate how happy they are in the present.

*

Future! Oh, that fowel little word  that keeps echoing in my head. Who should care about the future if not but diviners? Why worry about something that has yet not arrived just because of the uncertainty and pain it carries? Why spoil the sweet endeavor of this present moment for something so impossible to prevent, to control, to guess. 

Our actions, however midly controlable as they are, can never be too accurate. The ones of others? So impossible to divine. So why should we worry about something with so many variables thus making it almost impossible to create a pattern of assurance? Make one small change, and maybe everything you've hoped for will be shaken in its core, dancing from left to right without knowing if it will ever crumble.

The moment will come, and yes, maybe you will suffer but what good is it to you to suffer until then?
To make the doubt so unbelievebly stronger?